Parece que todo mundo só sabe dizer: "não sei", "não me interessa", "não quero", "não tenho dinheiro", "estou cortando gastos" e por aí vai. E as empresas dizem isso sem ler as propostas que lhe são apresentadas e quando leem acham muito caro o trabalho do profissional competente, há anos no mercado com bons resultados e bem sucedido.Contratar um bom profissional para sua empresa não é despesa, é investimento necessário e urgente, principalmente nessa crise.
Atualmente a maioria dasempresas estão começando a demitir em massa: ou começampelo pessoal do escritório ou pelos vendedores. Inclusive estão preferindo terceirizar o profissional de marketing. O problema é que a empresa não consegue ver uma oportunidade no meio dessa crise, não consegue se adaptar as mudanças que o momento exige. Fica perdida e não sabe reconhecer a proposta adequada de um bom profissional que poderá resolver todos esses problemas.
O clima é de medo e tensão. Se a empresa não está satisfeita com os resultados da sua equipe de gerenciamento de marketing, a hora de mudar é agora porque "as receitas de bolo infalíveis" já não dão mais certo, aliás, sempre foram uma péssima escolha. A crise não aceita paliativos e maus profissionais. Se a empresa vai mal, tudo vai mal e o cliente percebe isso. Ele é o primeiro a se afastar. Por que gastar dinheiro num produto mal precificado, além de receber mau atendimento? Hoje o cliente é mais consciente e seletivo. Aprendeu seus direitos como consumidor e exige que a empresa o respeite. Querem produtos de qualidade a preços acessíveis e que estejam de acordo com a sustentabilidade e o meio ambiente.
Como preencher tantas exigências e manter uma empresa saudável não só no nível econômico mas também social? Chega de improvisar. Que tal abrir a mente para novas ideias, uma nova proposta, um novo desafio? Tudo se resume a investir num bom profissional hoje para não ter que fechar as portas amanhã.
quarta-feira, 22 de abril de 2015
CANTÃO – A SAGA DO MAU ATENDIMENTO CONTINUA
Fui cliente da Cantão por 33 anos. Estive na loja do Shopping Tijuca em 04 de janeiro de 2015 com meu namorado e passei por uma situação constrangedora. Reclamei com a empresa e posteriormente, diante da inércia da mesma, reclamei no site Reclame Aqui (www.reclameaqui.com.br – Procurar dentro do site em Reclamações não respondidas: “FALTA DE RESPEITO” em 28/01/2015. Depois procurar em Reclamações respondidas: “MAU ATENDIMENTO NÃO RESOLVIDO E OFENSAS POR PARTE DA GERENTE” em 24/02/2015, aonde também se encontra a RÉPLICA DO CLIENTE, no caso, a minha).
O site pediu que a empresa Cantão me respondesse. Então a supervisora da Cantão, que foi minha vendedora por anos, informou o seguinte texto a meu respeito: “Olá, a todos. Realmente Anni, na ocasião liguei para ela e não consegui falar e também não obtive retorno. Essa cliente é muito conhecida na loja, ELA TEM ALGUNS TRANSTORNOS PSÍQUICOS E TOMA REMÉDIOS. JÁ CONTORNEI OUTRAS SITUAÇÕES DELA EM LOJA. De qualquer maneira, acabei de entrar em contato com ela e marcamos de nos encontrar amanhã no Shopping Tijuca. VOU APRESENTÁ-LA A UMA VENDEDORA QUE CUIDARÁ DELA. PORTANTO, TUDO RESOLVIDO”.
Depois dessa ofensa não tive outra alternativa além de entrar com uma ação judicial contra a Cantão. Pensei que depois de 33 anos como cliente esta empresa tivesse mais consideração comigo. Esperava mais que um pedido de desculpas frio, por e-mail, ou a ligação de uma pessoa do RH para dizer que a culpa pelo ocorrido não era de seu setor. Hoje são 22 de abril de 2015 e a Cantão ainda NÃO tentou uma solução amigável. Cuidado clientes amigas, eu sofri a ofensa, amanhã você pode ser a próxima.
Ainda espero que a Cantão tenha consideração a meus 33 anos como cliente e apresente uma solução amigável para este ultraje.
O site pediu que a empresa Cantão me respondesse. Então a supervisora da Cantão, que foi minha vendedora por anos, informou o seguinte texto a meu respeito: “Olá, a todos. Realmente Anni, na ocasião liguei para ela e não consegui falar e também não obtive retorno. Essa cliente é muito conhecida na loja, ELA TEM ALGUNS TRANSTORNOS PSÍQUICOS E TOMA REMÉDIOS. JÁ CONTORNEI OUTRAS SITUAÇÕES DELA EM LOJA. De qualquer maneira, acabei de entrar em contato com ela e marcamos de nos encontrar amanhã no Shopping Tijuca. VOU APRESENTÁ-LA A UMA VENDEDORA QUE CUIDARÁ DELA. PORTANTO, TUDO RESOLVIDO”.
Depois dessa ofensa não tive outra alternativa além de entrar com uma ação judicial contra a Cantão. Pensei que depois de 33 anos como cliente esta empresa tivesse mais consideração comigo. Esperava mais que um pedido de desculpas frio, por e-mail, ou a ligação de uma pessoa do RH para dizer que a culpa pelo ocorrido não era de seu setor. Hoje são 22 de abril de 2015 e a Cantão ainda NÃO tentou uma solução amigável. Cuidado clientes amigas, eu sofri a ofensa, amanhã você pode ser a próxima.
Ainda espero que a Cantão tenha consideração a meus 33 anos como cliente e apresente uma solução amigável para este ultraje.
segunda-feira, 6 de abril de 2015
POR QUE NECESSITAMOS AINDA DESSE RÓTULO? SOMOS APENAS MULHERES.
Modelo australiana Stefania Ferrario lança campanha
contra o ‘plus size' no mundo da moda
Brasil Post | De Thiago de Araújo
Publicado: 29/03/2015 19:57 BRT Atualizado:
29/03/2015 20:11 BRT
Por qual motivo uma modelo não pode ser
simplesmente uma modelo? É a pergunta que a australiana Stefania Ferrario
se fez antes de integrar uma campanha que quer o fim do termo ‘plus size’. Aquelas que não se encaixam em um determinado
perfil – trocando em miúdos, as que não são muito magras – acabam sendo
encaixadas entre as ‘plus size’.
“Nós temos uma sistema já usado para tamanhos. Nós
não precisamos de uma classificação ‘plus’ sem sentido para isso”, escreveu
Stefania em sua página no Facebook, acompanhada da hashtag #droptheplus
(que significa ‘rejeite o plus’, em tradução livre).
Além disso, ela compartilhou em seu Instagram uma foto sua de topless,
cobrindo os seios e com a seguinte frase pintada no seu abdômen: “Eu sou uma
modelo”. Simples assim.
“Na indústria da moda, se você estiver acima de
um tamanho, você é considerada plus size. Muitas vezes estou rotulada com a
classificação de uma roupa e não acho isso justo”, afirmou, em entrevista à revista
francesa Cosmopolitan.
“Garotas simplesmente não decidem odiar os seus corpos. Elas são ensinadas a
fazer isso!”, completou, em seu Facebook.
Nos últimos meses, várias modelos consideradas plus
size quebraram estigmas no mundo da moda. Robyn Lawley, Laura Wells e Kamie
Crawford são três delas, embora Laura não considere o termo pejorativo. “Eu
me considero apenas uma modelo porque estou tentando ajudar mulheres em geral a
aceitar os seus corpos”, disse Robyn à revista Marie Claire.
Se um dia o termo vai deixar de ser usado, é
cedo para afirmar com precisão. Mas a luta continua. “Se sentir sexy é um
estado de espírito, não tem nada a ver com o tamanho que você veste. A coisa
mais sexy que alguém pode possuir é confiança. Não deixe a sociedade ditar para
você o que é bonito, abrace o que te faz diferente”, sentenciou Stefania no
Twitter.
Figura pública · 73.745 curtidas
Confidence
is the sexiest thing anyone can possess. I've seen girls of all sizes and
shapes loving their bodies and just being themselves, that's what makes them
beautiful. Don't let society label you and dictate to you what's beautiful,
embrace what makes you different Emoticon heart
Confiança é a coisa mais sexy que alguém pode
possuir. Já vi meninas de todos os tamanhos e formas amando seus corpos e só
sendo elas mesmas, isso é o que as faz bonitas. Não deixe a sociedade
rotulá-la. Você dita o que é belo, abraça o que te faz diferente ❤
Don't ever feel pressure to
fit society's impossible beauty ideals. Be your own definition of
beautiful
#droptheplus
10: 40 - 29 mar 2015
quinta-feira, 19 de março de 2015
EM TEMPOS DE CRISE COMO COMPRAR COM RESPONSABILIDADE?
Com produtos e serviços mais
caros quais opções temos para continuar a investir nosso dinheiro? Continuamos
a comprar uma ou duas peças numa loja de marca ou vamos investigar se o preço e
a qualidade de uma loja de varejo, como os grandes magazines, preenchem nossas
expectativas?
Mesmo
tendo uma liquidação após a outra, mesmo podendo parcelar diversas vezes no
cartão, a atual situação financeira não nos permite gastar/investir como
gostaríamos. Numa grande loja de varejo podemos garimpar o suficiente para
achar uma linda saia por R$ 100,00, que numa loja de grife está custando quase
R$ 500,00 ou mais. Tenho visto preços surreais e má administração. Resultado: o
cliente não compra e as lojas estão fechando suas portas de vez. Devemos sempre
analisar a qualidade da peça e se o preço se justifica. Se vamos ao salão de
cabelereiros temos que buscar bons profissionais nos dias de oferta. Quando
vamos ao supermercado lutamos por cada centavo. Já não enchemos todo o tanque
do carro como antes. Economizar luz e água é imprescindível, não é uma escolha.
Será
que ainda é possível guardar algum dinheiro? O que você faz? Como se planejar
em tempos de crise? E uma empresa? O que ela deve fazer para manter seus clientes,
conquistar novos, não perder a qualidade de seus produtos e ter preços
acessíveis? Deixo para os especialistas as respostas. Abraços.
segunda-feira, 2 de março de 2015
O QUE SERIA UM BOM VENDEDOR PRA VOCÊ?
Apesar das inúmeras reclamações de consumidores postadas nos
sites específicos para isso, acredito que ainda exista uma minoria de
vendedores bem treinados no comércio. Atualmente são poucos, mas existem.
Sinto
saudade do tempo em que parecia que a empresa se importava com seu cliente.
Tinha essa impressão porque tive o privilégio de conhecer vendedores que sabiam
qual produto eu gostava. Ligavam pra mim
ou mandavam e-mail e mensagens avisando acerca da disponibilidade desses
produtos. Não ficavam de cara feia ou má vontade quando eu aparecia na loja só
para ver o que tinha de novo, para dar um olá ou para trocar um produto. Eles
eram simpáticos, te ofereciam um café ou água e você sentia que eles tinham
prazer no que faziam. Realmente “vestiam a camisa” da empresa. Faziam questão de
manter o cliente e almejavam uma ascensão na empresa aonde trabalhavam. Você
olhava para um determinado vendedor e imediatamente você associava a pessoa
dele à empresa. Eles eram a imagem, a representatividade, o cartão de visitas
da empresa. Aonde eles foram parar? Por que não são maioria? Não importava a
idade deles, de fato eles eram competentes e gostavam do que faziam. Sempre os
valorizei porque já fui vendedora e sei que eles sofrem muita pressão para
vender muito, atingir metas impossíveis, manter a loja sempre arrumada, usar
seus produtos de venda e espelhar o melhor da empresa para o cliente.
Mas nem tudo é perfeito se aqueles que estão
no escritório não se importam com o cliente. Atualmente estou tendo o
aborrecimento de mover uma ação em face de uma loja de moda bem conhecida no
mercado, onde fui cliente por trinta e três anos. Motivo: Fui mal atendida por
uma de suas vendedoras, postei uma reclamação no site Reclame Aqui e ao invés
de receber um pedido de desculpas por parte da gerente ela me injuriou por
e-mail dizendo que eu sofria de transtornos psíquicos e tomava remédios, além
de ter causado várias confusões na loja que ela teve que contornar. É, foi essa
a resposta que eu recebi. Essa foi a resposta dela para a minha reclamação no
site Reclame Aqui que eu e quem administra essas reclamações no site recebeu
também por e-mail. Quando fui mal atendida no dia 04/01/2015 ela era gerente da
loja, agora ela é supervisora de vendas dessa empresa, trabalha no escritório.
Ou seja, trate mal o cliente e seja promovida. Isso me faz pensar o que esse
pessoal que trabalha no escritório dessas lojas falam à nosso respeito, as
clientes. Realmente não temos a menor noção. Mas a maior punição não é só a
ação judicial com provas fartas. É o boicote eterno a essas lojas. Nesses
tempos difíceis se vamos investir nosso dinheiro, devemos pensar com quem
estamos lidando. Os sites de reclamação estão aí. Deem uma olhada e vocês
ficarão bem surpresos. Ou não.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
CLIENTE PRA QUE?
CLIENTE PRA QUE?
Fui cliente
por trinta e três anos numa loja famosa de moda feminina no Rio de Janeiro e
tive o desprazer de ser extremamente mal atendida. Reclamei de forma presencial
e via sitio da empresa na internet e não obtive resposta.
Pergunto:
Será que o responsável pelo treinamento dessas vendedoras pensa em mim, a
cliente? Quando experimento uma roupa com defeito de fabricação será que o
diretor de design pensou em mim, a cliente? Quando me deparo com uma peça com
preço exagerado, quem determina qual o valor dessa peça? Quando compro um
sapato e após um dia de uso ele me machuca e a loja se nega a trocá-lo, quem
decide se cabe a troca ou não? Quando recebo um e-mail informando sobre
liquidação ou nova coleção de seus produtos, vou à loja e não as encontro, quem
é o responsável? Quando a vendedora tem má conduta dentro da loja, quem é o
responsável? Será que diante dessas e de muitas outras indagações alguém pensa
em mim, a cliente? Que importância tenho eu, a cliente, para a empresa? Será
que algum dia terei uma resposta por parte das empresas?
Assinado, eu, a cliente.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
HOMEM NA LOJA!!!
Em dezembro de 2014, em Botafogo, meu namorado entrou numa
famosa loja de lingerie para escolher algumas peças com o objetivo de me fazer
uma surpresa. Aliás, ele sempre compra lingeries pra mim e eu adoro. Sempre
fazemos compras juntos, sejam roupas para ele ou para mim. Qual é o problema?
Sei que muitos homens odeiam ter que acompanhar suas esposas, namoradas às
lojas, mas não somos assim.
Bem, o fato curioso é que quando ele entrou na tal loja em
Botafogo sozinho ele ouviu a vendedora gritar bem alto: “Tem homem na loja!”. À
princípio ele ficou meio assustado e chegou a pensar que alguma mulher pudesse
estar andando pela loja vestida somente com uma lingerie mas não havia ninguém.
As mulheres que estavam experimentando lingeries estavam todas dentro de suas
respectivas cabines. Agora pergunto: Por que o estardalhaço, o espanto, a voz
alarmante? Bom, passado este incidente, meu namorado pediu que a vendedora lhe
mostrasse algumas peças. Aí veio outra surpresa. Ela passou a olhar para ele com
cara de desprezo e muita desconfiança. Ele começou a se sentir incomodado com a
situação e quando você pensa que ela não pode piorar... acredite, ela pode.
Naquele exato momento uma senhora que estava na porta da loja falou no celular
com outra pessoa: “Aqui não tem roupa pra homem”, olhando para meu namorado de
cima a baixo. Então você não sabe se ri, se vai embora ou dá uma resposta
adequada a essa pessoa tão grossa, mal educada, desrespeitosa e preconceituosa.
Fico me perguntando até hoje por que ela e a vendedora pensaram que meu
namorado era homoafetivo só porque ele estava comprando uma lingerie.
É, o preconceito está no ar. Imagina se
entrasse um homoafetivo naquela loja para comprar alguma lingerie para ele.
Óbvio que seria discriminado e isso não se faz nem com ele nem com ninguém.
Desse lado do balcão somos todos clientes. E cada um compra o que quer para si
ou para outrem. Ou as lojas querem escolher seus clientes e não fomos avisados?
Será que numa crise econômica como essa que estamos passando, o cliente deixou
de ser cliente? É a loja quem manda? Fica aí uma reflexão para todos. Quanto ao
meu namorado, bem, ele ficou tão indignado que foi embora sem comprar nada e
disse que não voltaria mais lá. Ou seja, mais uma loja que perde um bom cliente
por falta de bom atendimento.
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